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sábado, 5 de maio de 2012

Lista de jogos para PS3 em 2012

O Jogos loucos preparou uma lista com os principais lançamentos do PlayStation 3 em 2012. Mês a mês você vai acompanhar o que saiu de bom ou de ruim no console da Sony e se informar sobre os grandes games (e sobre aqueles nem tão grandes assim). Confira!
Janeiro:
Choplifter HD
O primeiro game do PlayStation 3 em 2012, Choplifter HD, foi lançado via PlayStation Network (PSN/SEN) logo no início de janeiro. O título é uma releitura da clássica série que nasceu em 1982. A versão mais famosa surgiu na era dos consoles de 16 bits e esta nova edição é quase uma edição aprimorada do que saiu naquela época.
Choplifter HD (Foto: Divulgação)Choplifter HD (Foto: Divulgação)
Contando com gráficos em alta definição, o game coloca o jogador na missão de resgatar sobreviventes em zonas de guerra com um helicóptero bem equipado. Algumas diferenças aqui e ali trazem surpresas aos fãs, como a presença de fases com zumbis e até a participação especial de Duke Nukem.

AMY
AMY nasceu como uma grande promessa para o gênero de jogos de horror. Criação de uma das mentes por trás do clássico Flashback, o título prometia reapresentar os jogadores ao que games de terror podem fazer com seus fãs. O jogo conta a história de uma moça que sofre com uma doença mutante degenerativa. Sua única esperança é uma menina indefesa, Amy, que tem o estranho poder de curar este mal.
AMY (Foto: Divulgação)AMY (Foto: Divulgação)
Infelizmente, AMY sofre com uma série de problemas técnicos e artísticos e não passa de uma experiência que os fãs preferem esquecer. O jogo foi mal avaliado em sites e revistas especializadas e decepcionou justamente por ter prometido tanto. Por melhores que sejam as boas intenções, bugs e gráficos ruins deixaram um gosto amargo.

Gran Turismo 5 XL Edition
Este lançamento nada mais é que uma reedição de Gran Turismo 5 com direito a todos os bônus lançados por download e atualizações gigantescas que antes enchiam o disco rígido dos consoles. A Sony resolveu lançar uma nova edição, também mais barata, para quem ainda não tinha optado pela compra da versão original.
Gran Turismo 5 XL Edition (Foto: Divulgação)Gran Turismo 5 XL Edition (Foto: Divulgação)
O jogo ainda é o mesmo, o que muda no pacote se resume a atualizações e adicionais que saíram ao longo dos meses. O game, originalmente lançado em 2010, ainda surpreende pela grande qualidade técnica e tem a mesma pegada de simulação que os fãs sempre curtiram em Gran Turismo.

Final Fantasy XIII-2
Inesperadamente, a Square Enix resolveu lançar mais uma continuação para um Final Fantasy “principal”, o Final Fantasy XIII-2. A história do RPG segue os fatos do primeiro Final Fantasy XIII, mas alguns anos após o final do jogo. Lightning, a heroína da aventura anterior, está desaparecida e cabe à sua irmã Serah encontrá-la antes que seja tarde demais.
Final Fantasy XIII-2 (Foto: Divulgação)Final Fantasy XIII-2 (Foto: Divulgação)
O game oferece uma série de melhorias em cima das críticas que Final Fantasy XIII sofreu. Temos cenários maiores, missões mais variadas e sistema de batalhas refinado, mudanças que renderam elogios. Os gráficos continuam extremamente belos.

Soul Calibur 5
A série de luta com armas está de volta, ainda melhor que seu capítulo anterior. Soul Calibur 5 se passa anos após a versão 4 e apresenta uma série de novos personagens, com novas histórias e ainda mais golpes. O game agora é focado no herói dúbio Patroklos, mas novamente toma seu rumo pela história das espadas amaldiçoadas Soul Edge e Soul Calibur. O título conta ainda com a participação especial de Ezio, herói de Assassin’s Creed.
SoulCalibur V (Foto: Divulgação)SoulCalibur V (Foto: Divulgação)
Muito se falou a respeito do retorno de Soul Calibur. Alguns gostaram, outros odiaram. Na verdade, o game tem alguns pontos fracos, como uma história muito curta e pouco conteúdo para jogar sozinho, mas o forte do jogo ainda está lá. As batalhas estão extremamente frenéticas, os gráficos são muito bonitos e o modo online é um prato cheio para os amantes do gênero.

NeverDead
NeverDead é a tentativa da Konami (de Metal Gear Solid) de tentar emplacar uma nova série no mundo dos games. O game te coloca no controle de um herói que não pode morrer. Por ser imortal, um de seus poderes é, literalmente, arrancar pedaços de seu corpo e espalhar pelo cenário para se dar bem contra os inimigos. O problema é que isso não acaba de forma tão boa assim.
NeverDead (Foto: Divulgação)NeverDead (Foto: Divulgação)
O game prova ser uma aventura mediana, com desafio baixo, jogabilidade imprecisa e o sistema de desmembramento não funciona como deveria. Ao menos a trilha sonora é boa, mas isso não foi suficiente para salvar o jogo de ser fraco.

Fevereiro
Kingdoms of Amalur: Reckoning
Uma obra original em tempos de cópias e remakes, Kingdoms of Amalur: Reckoning é uma aventura medieval que lembra Dragon Age. O game se passa em um reino mágico que vive um grande conflito. O protagonista precisa, então, mudar o rumo da história.
Kings of Amalur: Reckoning (Foto: Divulgação) (Foto: Kings of Amalur: Reckoning (Foto: Divulgação))Kings of Amalur: Reckoning (Foto: Divulgação)
O título é um bom RPG de ação, com combates em tempo real, história consistente e sistemas até certo ponto inovadores, como a possibilidade de mudar de classe e tipos de ataque a qualquer momento da história, sem se prender a uma linha de evolução fixa. Apesar de seus gráficos simples, o jogo pode prender os amantes do gênero.

The Darkness 2
The Darkness 2 é a continuação de um dos primeiros jogos lançados nesta geração de consoles. O game é novamente adaptação da história em quadrinhos The Darkness, da editora Image Comics, e coloca o jogador no controle de Jackie Estacado, ex-mafioso que conta com um poder oculto de trevas dentro de si, capaz de controlar demônios e seres sobrenaturais.
The Darkness II (Foto - Divulgação)_00011_ (Foto: The Darkness II (Foto - Divulgação)_00011_) 
The Darkness II (Foto: Divulgação)
Assim como o primeiro, o game é de tiro em primeira pessoa, mas com gráficos bem diferenciados. O estilo agora é cel-shading, o que deixa tudo com cara de desenho animado e, de certa forma, ameniza a violência. O jogador enfrenta uma aventura com muito tiroteio, traições e belas mulheres.

Jak and Daxter Collection
Jak e Daxter são dois heróis da Sony que nasceram no PlayStation 2 pelas mãos da produtora Naughty Dog. Isso mesmo, a mesma produtora da série Uncharted trabalhava bastante com mascotes no passado e isso rendeu os bons jogos desta série de aventura e plataforma, que acabou compilada no PlayStation 3 em alta definição.
Jak & Daxter (Foto: Divulgação) 
Jak & Daxter (Foto: Divulgação)
Os fãs vão se sentir em casa com os três games reunidos em um único pacote e ainda com a presença de troféus da PlayStation Network. Não pense que os jogos ficaram muito mais bonitos com o trabalho em alta definição, apenas receberam melhorias leves de resolução e texturas, mas ainda assim são bem divertidos.

Gotham City Impostors
Gotham City Impostors tinha tudo para dar errado, afinal mas que ideia louca é essa de produzir um jogo de tiro em primeira pessoa no universo de Batman? É assim que desenrola este jogo, com grande foco no multiplayer e muita inspiração em Call of Duty. Na aventura, uma gangue de fãs do Homem-Morcego luta sem cansar contra um grupo de bandidos inspirados pelo Coringa.
Gotham City Impostors (Foto: Divulgação) (Foto: Gotham City Impostors (Foto: Divulgação))Gotham City Impostors (Foto: Divulgação)
É difícil de acreditar, mas Gotham City Impostors surpreende bastante. É divertido até dizer chega e conta com um multiplayer interessante. Cada facção tem suas respectivas classes de personagens, que contam com habilidades únicas e um sistema de evolução próprio. É possível participar de batalhas online ou treinar suas habilidades em ambientes offline.

Shank 2
Uma das surpresas de 2010, o primeiro Shank provou ser um jogo divertido de plataforma, com jogabilidade atraente, gráficos 2D muito bem produzidos e uma história digna de filme cult de violência dos anos 80. Sua continuação, lançada no início do ano, voltou com o personagem principal, mais mal-humorado do que nunca, com direito a multiplayer cooperativo.
Shank 2 (Foto: Reprodução)Shank 2 (Foto: Reprodução)
Shank 2 é tão bom quanto o primeiro, apesar de ser uma continuação desnecessária. O primeiro game surpreendeu, mas só pediria um novo capítulo se sua história fosse algo lá muito desenvolvida, o que não era o caso. Ainda assim, vale para quem se tornou muito fã do game original e quer mais de Shank e sua violência descerebrada.

The Simpsons Arcade Game
Outro clássico que retornou do além nesta geração, The Simpsons Arcade ganhou versão remasterizada na PSN e Xbox Live, com direito ao multiplayer cooperativo que fez o jogo famoso. No game, Marge, Homer, Lisa e Bart se unem com a missão de salvar Meg das mãos do Sr. Burns, mas para isso terão de enfrentar hordas de inimigos inesperados.
The Simpsons Arcade Game (Foto: Divulgação) 
The Simpsons Arcade Game (Foto: Divulgação)
O game é um bom título cooperativo e mantém todos os seus atrativos originais, como os gráficos no clima do desenho animado, brincadeiras e surpresinhas sobre a série, além de uma trilha sonora bem característica. Alguns fãs podem achá-lo datado, mas a verdade é que o jogo continua com seu charme de clássico.

Twisted Metal
Twisted Metal finalmente resolveu aparecer na nova geração com um game inédito no PlayStation 3. O jogo é uma espécie de recomeço para a série de combate entre veículos, contando a história de todos os personagens novamente, como o icônico palhaço Sweet Tooth. Recheado de explosões e direção perigosa, Twisted Metal apresenta ainda um modo multiplayer online de primeira.
Twisted Metal (Foto: Divulgação) (Foto: Twisted Metal (Foto: Divulgação))Twisted Metal (Foto: Divulgação)
Apesar da destruição de primeira, jogabilidade bem bolada e com elementos tradicionais e o multiplayer online (e também local!), o game pecou em alguns pontos, como a campanha muito curta e o esquema de controles um pouco complexo no início, principalmente para quem não está acostumado com a série. Ainda assim, uma boa pedida para os fãs.

UFC Undisputed 3
O retorno do UFC aos games foi em grande estilo. Lançado com mais de 150 lutadores (muitos brasileiros no meio disso tudo), o UFC Undisputed 3 começou bem pela capa, estrelada pelo brasileiro e campeão Anderson Silva. O game tentou não fazer feio em meio aos jogos de esporte, dominados por futebol e outras modalidades mais tradicionais.
UFC Undisputed 3 (Foto: Divulgação) (Foto: UFC Undisputed 3 (Foto: Divulgação))UFC Undisputed 3 (Foto: Divulgação)
Controles mais simplificados, tradução para o português e gráficos mais realistas fazem parte da lista de qualidades do UFC 3. O modo online foi retrabalhado, e o game ganhou tutoriais que ensinam aos novatos com passos didáticos a lutar bem e ao menos vencer os embates mais básicos. Uma das principais novidades é a presença do modo Pride, antiga modalidade de luta que era realizada no Japão.

Grand Slam Tennis 2
Sequência do game de tênis da EA Sports baseado nas quatro maiores competições do esporte no mundo, Grand Slan Tennis 2 matou a sede dos fãs de tênis em seu lançamento. O título reúne os maiores atletas do circuito mundial de tênis, ídolos da geração atual e do passado.
Roger Federer se prepara para sacar na Rod Laver Arena (Foto: Divulgação) (Foto: Roger Federer se prepara para sacar na Rod Laver Arena (Foto: Divulgação))Gran Slam Tennis 2 (Foto: Divulgação)
O grande trunfo do game é contar com as licenças dos badalados campeonatos Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open, basicamente as competições mais tradicionais do esporte. As quatro juntas são conhecidas como o Grand Slam, que dá nome ao game. Jogar com o PlayStation Move é uma boa pedida.

Asura’s Wrath
Asura’s Wrath quase pode ser considerado o “God of War da Capcom”. Há uma série de semelhanças, a começar pelo fato de ambos tratarem de uma guerra entre divindades. Ainda assim, Asura chega a ser original por ter uma narrativa que mais lembra desenhos animados japoneses, do tipo super-exagerados. O game é focado no personagem central, o próprio Asura, que está em conflito constante com forças de um deus maligno.
Asura's Wrath (Foto: Divulgação) (Foto: Asura's Wrath (Foto: Divulgação))Asura's Wrath (Foto: Divulgação)
Apesar de ser um game bastante divertido e com gráficos atraentes, Asura’s Wrath padece um pouco por conta da repetição – seja de cenários, golpes ou inimigos. Além disso, o jogo está “incompleto”, com um final que não representa o real final do título, sendo necessário a compra de um pacote extra para complementar a história, fato que foi alvo de reclamações dos jogadores.

Syndicate
O novo Syndicate chegou com a difícil missão de ser um jogo tão bom quanto o original – algo bem difícil, já que a série é considerada clássica. O jogo deixa de lado o gênero de estratégia e coloca o jogador em uma aventura de tiro em primeira pessoa, mas com boas novidades como um sistema de controle de inimigos. A história mostra um mundo futurista dominado por empresas criadoras de chips eletrônicos revolucionários.
Syndicate (Foto: Divulgação) (Foto: Syndicate (Foto: Divulgação))Syndicate (Foto: Divulgação)
O game tenta ser inovador, mas parece um pouco genérico. Suas mecânicas de tiro em primeira pessoa são muito comuns e não fogem do que já vimos em outros jogos do tipo, levando o nome de Syndicate à poeira. Para quem resolver se arriscar, o modo cooperativo online pode até ser divertido.

SSX
Parece que fevereiro foi o mês dos retornos, já que SSX é mais um game clássico que retorna com uma nova versão nesta geração. O jogo é uma releitura do que SSX tem de melhor, colocando os jogadores para descer montanhas abaixo em uma aventura de snowboarding. Personagens antigos estão presentes e o game apresenta multiplayer online.
SSX (Foto: Divulgação) (Foto: SSX (Foto: Divulgação))SSX (Foto: Divulgação)
O jogo é bem produzido, com gráficos animais e adrenalina mil. O novo SSX mantém o nome da série lá em cima, com direito a um modo online muitíssimo interessante e um sistema de pontuação que vai prender o jogador por muito tempo na jogatina.

Binary Domain
Produção feita pela equipe que nos trouxe a série Yakuza, Binary Domain é um jogo de tiro em terceira pessoa no melhor estilo Gears of War. Os inimigos, porém, não são alienígenas e sim robôs que se rebelaram contra a humanidade e agora podem até mesmo se disfarçar perfeitamente de humanos. O jogador controla uma equipe de soldados que precisa parar a rebelião das máquinas e seu líder no Japão.
Binary Domain (Foto: Divulgação) (Foto: Binary Domain (Foto: Divulgação))Binary Domain (Foto: Divulgação)
O game foi bem recebido por fãs e crítica. Como uma nova franquia, Binary Domain surpreendeu por ser mais do que um mero jogo de tiro genérico ou um clone de Gears of War. O jogo apresenta personalidade total, jogabilidade que não é tediosa e um sistema de comunicação de equipe bem interessante, onde é possível utilizar um headset no videogame e falar com seus parceiros controlados pelo computador.

Hyperdimension Neptunia mk2
Este jogo exclusivo do PlayStation 3 é uma loucura bem japonesa que poucos tiveram a chance de experimentar. O game é continuação de um primeiro jogo que foi lançado há algum tempo e não foi lá muito bem recebido. A “loucura“ fica por conta do universo da aventura – tudo se passa em um lugar que imita a indústria dos videogames, onde os personagens são consoles e portáteis em formato de garotinhas colegiais. O título é do gênero RPG e apresenta uma série de características presentes em desenhos japoneses.
Hyperdimension Neptunia Mk2  (Foto: Destructoid)Hyperdimension Neptunia Mk2 (Foto: Destructoid)
Hyperdimension Neptunia mk2 é melhor que o primeiro, tanto nos gráficos quanto na jogabilidade. As batalhas, alvo de críticas no anterior, foram remodeladas e agora são bem mais fluídas e um pouco menos engessadas. Vale pelos extras e homenagens a grandes empresas de games, como a SEGA.

Mortal Kombat Komplete Edition
Após surpreender o mundo com um novo e bom Mortal Kombat, no ano passado, a Warner Bros. resolveu lançar um pacote do jogo contendo o game original, os extras lançados por download e um seriado. O conteúdo do jogo em si está todo lá, com toda a jogabilidade que você gostou (ou não) e o modo de história que chama a atenção por não se parecer com um jogo de luta.
Mortal Kombat: Komplete Edition (Foto: Divulgação) (Foto: Mortal Kombat: Komplete Edition (Foto: Divulgação))Mortal Kombat: Komplete Edition (Foto: Divulgação)
O seriado no pacote é Mortal Kombat Legacy, no qual personagens da série são mostrados no mundo real, com histórias mais verossímeis. Os personagens extras são Kenshi, Skarlet, Freddy Krueger e Rain, mas o game acompanha também cores e roupas adicionais para lutadores antigos, como os ninjas Scorpion e Sub-Zero. Vale para quem deixou de comprar na primeira vez.

Março
Mass Effect 3
O capítulo final na saga do comandante Shepard enfim chegou. O game marca o fim da trilogia da BioWare, que começou no Xbox 360 e PC, mas chegou também ao PlayStation 3 após um tempo. A história narra a batalha final contra os seres da raça Reaper, que têm a missão de expurgar toda e qualquer forma de vida da galáxia. Shepard e sua tripulação uma vez mais embarcam em uma missão suicida.
Mass Effect 3 (Foto: Mass Effect 3)Mass Effect 3 (Foto: Divulgação)
Mass Effect 3 é um excelente jogo, sem precedentes e uma boa conclusão para a trilogia do herói. Alguns fãs reclamaram do final, dizendo que não era digno, que era “muito aberto”, mas a verdade é que para chegar até lá todos os jogadores precisam passar por tudo que este grande jogo tem a oferecer. O modo multiplayer cooperativo foi a principal novidade neste capítulo.

Street Fighter X Tekken
Encontro entre duas grandes séries de jogos de luta, Street Fighter X Tekken é o primeiro de dois jogos que nasceram do acordo entre Capcom e Namco Bandai. Aqui a regra que vale é a luta de dois contra dois, onde personagens das duas sagas se enfrentam pela poderosa Caixa de Pandora. O game lembra muito Street Fighter IV em seu estilo de jogo.
Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação) (Foto: Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação))Street Fighter X Tekken (Foto: Divulgação)
Street X Tekken foi um jogo polêmico em seu lançamento. Ele já contém todos os extras que serão liberados por download travados em disco, o que não deixou os fãs lá muito felizes. Quem arriscou, no entanto, acabou se dando bem, já que é um ótimo jogo que não pode faltar na coleção de qualquer fã do gênero ou das duas séries.


Blades of Time
Continuação de X-Blades, um jogo de ação quase desconhecido, Blades of Time coloca novamente o jogador no papel de uma bela guerreira que deve enfrentar desafios para concluir seu objetivo, que é escapar de uma ilha misteriosa onde estava procurando um tesouro.
Blades of Time (Foto: Divulgação)Blades of Time (Foto: Divulgação)
O game lembra muito God of War, com sequências de ação que parecem bastante com a saga de Kratos, mas tem uma jogabilidade um pouco diferenciada em alguns aspectos. O título possui falhas, como a dublagem que é pouquíssimo trabalhada e os gráficos que não chamam a atenção. Mesmo assim, se você conferiu o anterior, vale saber como a história continua.
Major League Baseball 2K12
Também conhecido apenas como MLB 2K12, o game preza pela simulação de um jogo de baseball mais real possível. Os jogadores tem de prestar atenção em todos os detalhes, pois um defensor ligado sempre poderá antecipar as jogadas, por exemplo.
MLB 2K12 (Foto: Divulgação) (Foto: MLB 2K12 (Foto: Divulgação))MLB 2K12 (Foto: Divulgação)
Há novidades interessantes nesta versão, como o MLB Today, no qual a produtora a repete uma fórmula consagrada na sua franquia de basquete, o NBA 2K. Nele é possível comandar sua equipe favorita como se estivesse vivendo o dia a dia dela na realidade. Os jogos ocorrem nos mesmos dias do calendário real e há atualizações constantes, como contratações e lesões.

A Sony surpreendeu seus fãs ao lançar MotorStorm RC, nova versão de sua série de corrida cheia de adrenalina, que desta vez era estrelada por… carinhos de controle remoto. O game saiu para Vita e PS3, com direito a multiplayer compatível entre as duas versões. A visão também mudou, com a câmera colocada acima dos veículos, que correm em cenários que lembram pistas de brinquedo.
MotorStorm RC (Foto: Divulgação) (Foto: MotorStorm RC (Foto: Divulgação))MotorStorm RC (Foto: Divulgação)
MotorStorm RC possui um sistema de controle bem diferente do restante da série. Nele, o jogador acelera com os analógicos e também direciona seu carro por eles. Alguns fãs mais tradicionais podem não gostar desta nova proposta, mas o game chega a ser divertido e com boas opções para sua logenvidade.

Tales of Graces f
Um RPG que todos pensavam que ficaria apenas no Japão, Tales of Graces f é uma versão em alta definição do jogo que foi originalmente lançado no Wii. O “f” no título significa “future”, pois o jogo traz uma história a mais, que se passa além do encerramento do jogo original. A aventura é focada em um grupo de jovens que possui problemas familiares pendentes.
Tales of Graces (Foto: Divulgação)Tales of Graces f (Foto: Divulgação)
O game foi elogiado no Japão, sua terra natal, e ganhou boas notas no ocidente em sua versão de PS3, principalmente por não apresentar os bugs vistos na versão Wii, que eram até em número considerável. Quem está acostumado com a série Tales of vai gostar deste e os gráficos em alta definição deixaram os traços ainda mais bonitos.

Journey
Journey talvez possa ser considerado o jogo mais peculiar da PlayStation Network. O game não possui uma história tradicional e faz com que o jogador interprete sua própria aventura. A missão é controlar um ser misterioso que tem como principal objetivo alcançar uma montanha que possui um estranho feixe de luz saindo de seu topo. 
Journey (Foto: Divulgação)Journey (Foto: Divulgação)
Extremamente elogiado, Journey é uma experiência única que faz o jogador refletir após terminar a aventura. O título possui um multiplayer online onde é possível encontrar outro jogador pelo cenário sem que seja necessário procurar alguém. Em dupla, os jogadores precisam superar os desafios para alcançar um objetivo maior. Apesar de ser curto, o game apresenta estes e outros atrativos, além dos gráficos que mal podem ser classificados em palavras de tão bonitos.

Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Generations
Mais um ano, mais um jogo de luta de Naruto. Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Generations, porém, parece ser bem diferente, por conter lutadores de diversas gerações do famoso desenho animado. Os jogadores vão encontrar uma série de lutadores para escolher e cair lutando contra seus amigos, seja no multiplayer online ou offline.
Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Generations (Foto: Divulgação)Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Generations (Foto: Divulgação)
O título tem suas qualidades, como o modo multiplayer, gráficos que imitam perfeitamente o desenho e um sistema de lutas revisado, com batalhas ainda mais frenéticas e rápidas. São mais de 70 lutadores disponíveis e cenários retirados da aventura original.
Silent Hill: Downpour
A Konami mais uma vez tentou levar Silent Hill de volta aos holofotes com uma aventura inédita, produzida por uma equipe que nunca havia feito um jogo da série antes. O game conta uma nova história na famosa cidade, quando um prisioneiro aparentemente escapa do carro onde estava sendo escoltado e vai parar no lugar assombrado. Lá ele se depara com mistérios e outros “sobreviventes”.
Silent Hill Downpour para PlayStation 3 e Xbox 360 (Foto: Divulgação) (Foto: Silent Hill Downpour para PlayStation 3 e Xbox 360 (Foto: Divulgação))Silent Hill Downpour para PlayStation 3 e Xbox 360 (Foto: Divulgação)
Mais uma vez a Konami decepciona ao apresentar um Silent Hill que não faz justiça aos primeiros jogos da série. O game é repleto de bugs e erros de design de fazer qualquer fã chorar. A história também não é lá muito digna, e este acaba se passando mais como um Silent Hill que não pode entrar no hall da fama da série.

FIFA Street
Boleiros de plantão ficaram felizes com a nova versão de FIFA Street. A EA resolveu fazer mudanças na série e apresentou um jogo que deixou o estilo caricato de lado para ser um pouco mais “realista”, se parecendo mais com o próprio FIFA Soccer. Aqui o futebol de rua é levado com mais seriedade.
FIFA Street (Foto: Divulgação) (Foto: FIFA Street (Foto: Divulgação))FIFA Street (Foto: Divulgação)
Como citamos, os fãs gostaram e não foi ao acaso. O game é realmente agradável e segue a fórmula de FIFA Soccer para fazer certo sucesso. Nomes famosos, modo online, cenários inspirados por grandes cidades (incluindo Rio de Janeiro) fazem deste game mais um na lista de imperdíveis para os amantes do futebol.

Yakuza: Dead Souls
Neste ano tivemos um novo jogo dos criadores de Yakuza e também um novo Yakuza! Ao menos no ocidente, já que Dead Souls foi lançado no Japão em 2011. O game é bem diferente por apresentar zumbis como ameaça principal. Pois é, os gangsters e brigas de rua ficam de lado para dar lugar a mortos-vivos. É a missão da Yakuza proteger o Japão desta ameaça.
Yakuza: Dead Souls (Foto: Divulgação) (Foto: Yakuza: Dead Souls (Foto: Divulgação))Yakuza: Dead Souls (Foto: Divulgação)
Dead Souls é bem próprio para fãs da série, com todos os exageros e elementos que o tornaram famoso, a exemplo dos clubes de acompanhantes, onde belas moças fazem companhias a rapazes mesmo que o apocalipse zumbi esteja rolando solto do outro lado da porta. O game apresenta jogabilidade de tiro em terceira pessoa, com elementos de pancadaria e uma história que dura mais de 20 horas.

Ninja Gaiden 3
Este é efetivamente o primeiro Ninja Gaiden após a saída de seu criador, Tomonobu Itagaki, do estúdio Team Ninja. A aventura é mais uma vez estrelada por Ryu Hayabusa, que agora precisa descer às profundezas do inferno para completar sua missão derradeira.
Ninja Gaiden 3 (Foto: Ninja Gaiden 3)Ninja Gaiden 3 (Foto: Divulgação)
A qualidade de Ninja Gaiden 3 é um pouco duvidosa. Inimigos com inteligência artificial ruim não oferecem o desafio adequado ao qual os fãs da série estavam acostumados. O game também peca em seus gráficos e em batalhas repetitivas. Ao menos o modo online é interessante, ainda que não seja tão inovador assim.

Resident Evil: Operation Raccoon City
Resident Evil: Operation Raccoon City é um tipo de homenagem para a série de horror da Capcom, mas que muda o foco para um jogo de tiro em terceira pessoa. O game se passa entre os eventos de Resident Evil 2 e 3, narrados por mercenários da Umbrella Corporation que devem eliminar provas na cidade repleta de zumbis.
Resident Evil: Operation Raccoon City (Foto: Divulgação) (Foto: Resident Evil: Operation Raccoon City (Foto: Divulgação))Resident Evil: Operation Raccoon City (Foto: Divulgação)
Infelizmente, praticamente nenhum fã vai se sentir homenageado com este game. O jogo é uma mudança de gênero muito brusca para a série e não cumpre nem o seu papel de ser um bom jogo de tiro em terceira pessoa. Ainda que tenha um modo multiplayer minimamente interessante, ele não vai te prender tanto assim.

Silent Hill HD Collection
Apesar do novo Silent Hill ter decepcionado um pouco, a Konami resolveu brindar a série com uma coleção em alta definição com Silent Hill 2 e 3, lançados originalmente no PlayStation 2. As histórias e personagens são as mesmas dos originais, mas contam com gráficos remasterizados, nova dublagem e troféus para os mais “viciados”.
Silent Hill HD Collection (Foto: Divulgação) (Foto: Silent Hill HD Collection (Foto: Divulgação))Silent Hill HD Collection (Foto: Divulgação)
A versão PS3 do jogo inicialmente sofreu com alguns bugs e problemas de conversão, como dublagem fora de sincronia e travamentos. A Konami logo corrigiu todos com uma atualização online, o que deixou o game ao menos apresentável para os fãs, que lembram destas duas obras com muito carinho.

Armored Core V
Armored Core V é um retorno ao básico da série: robôs gigantes se enfrentam em grande regiões urbanas, montanhas ou até oceanos com uma variedade de armas à disposição (que inclui rifles, escopetas, disparos laser e plasma). Pensamento tático, conhecimento do campo de batalha e moderação são os temas dos conflitos do jogo. Sobreviver aqui depende mais de sua capacidade de tomar decisões do que seus reflexos.
Armored Core 5 (Foto: Divulgação) (Foto: Armored Core 5 (Foto: Divulgação))Armored Core V (Foto: Divulgação)
O quinto game da série é também o primeiro a trazer um bem desenvolvido componente multiplayer, que conta com combates entre times de cinco jogadores e a possibilidade de ser promovido como líder de um batalhão cibernético. O game também surpreende pelos gráficos, que não deixam a peteca cair em um jogo frenético como este.

Devil May Cry HD Collection
Seguindo a onda de coleções em alta definição, Devil May Cry HD Collection reúne os três jogos da série da Capcom em mais um pacote de alta definição com direito a troféus. Os fãs vão se sentir em casa ao jogar de novos estas três aventuras com visual repaginado e nos consoles atuais.
Devil May Cry HD Collection (Foto: Divulgação) (Foto: Devil May Cry HD Collection (Foto: Divulgação))Devil May Cry HD Collection (Foto: Divulgação)
A coletânea não compromete, mas também não adiciona nenhuma grande novidade. São apenas os jogos antigos, com um novo visual (não tão novo assim, na verdade) e a possibilidade de ter todos em apenas uma caixa. Vale também pelo preço, mais em conta do que comprar três games separados.

Ridge Racer Unbounded
Ridge Racer Unbounded não é um novo game da série Ridge Racer que muda um pouco os paradigmas dos anteriores. Aqui a aventura em alta velocidade fica mais parecida com um Need for Speed e abandona um pouco a falta de realismo dos games passados. O que vale é correr pela cidade e disputar rachas, com direito a modo de criação de pistas.
Ridge Racer: Unbounded (Foto: Divulgação)Ridge Racer: Unbounded (Foto: Divulgação)
Como um Ridge Racer deve ser, o game ainda preza pela alta velocidade e tem alguns elementos clássicos, como o turbo que se enche com derrapadas. Ainda assim, o estilo de jogo deve assustar alguns jogadores mais antigos.

Algumas coisas vão se atrasar concerteza Ou já sairam

Faloe e até +

_Gui

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Revista constrói falso PlayStation 4 juntando peças e rumores

Ele pode nem ter sido anunciado oficialmente pela Sony ainda, mas rumores já circulam na Internet há algum tempo sobre qual seria a configuração de um PlayStation 4. Impaciente, a equipe da Revista Oficial PlayStation do Reino Unido acabou construindo seu próprio console de próxima geração baseado nessas supostas características e divulgou o resultado.
Falso PlayStation 4 montado pela revista britânica (Foto: Reprodução/Official PlayStation Magazine UK) (Foto: Falso PlayStation 4 montado pela revista britânica (Foto: Reprodução/Official PlayStation Magazine UK))Falso PlayStation 4 montado pela revista britânica (Foto: Reprodução/Official PlayStation Magazine UK)

A publicação aproveitou peças de computadores e montou o próprio “PS4” utilizando um processador AMD A8 3850 e uma placa gráfica AMD Radeon HD 7670. Essas características seriam “surpreendentes”, segundo a revista, pois o GPU seria idêntico ao modelo HD 6670, lançado há um ano e de preço médio de £ 100 (cerca de R$ 300 na cotação atual).

O processador, por sua vez, seria da família Llano, “desenhada para lidar com tarefas do CPU e  gráficos – feito para aqueles que querem economizar ao deixar de lado uma placa gráfica”. Ou seja, é outra solução barata para quem quer montar um computador mediano.

Montando isso junto, a revista comparou a performance utilizando benchmarks com o jogo Just Cause 2 contra um computador Intel i7 2700K e com os games Bulletstorm e Skyrim contra o PlayStation 3. O resultado foi insignificante: o console montado com as supostas especificações do PS4: Just Cause 2 conseguiu apenas 21 quadros por segundo, enquanto os outros dois ficaram na casa dos 30 fps. Pouca melhoria gráfica em relação ao console da Sony foi notada.

Isso significa que o PlayStation 4 será pior do que o próprio PS3? Claro que não: juntar peças de qualquer forma e colocar para rodar jogos não-otimizados não é como as produtoras desenvolvem seus títulos. “Infelizmente, apenas fazer benchmark de componentes de PC relevantes com lançamentos recentes de jogos compatíveis com Windows não vai dar muita ideia sobre como um PS4 utilizaria tais peças para performance”, diz o site.

Com as peças voltadas para desempenho exclusivamente no console, tudo muda de figura e os desenvolvedores podem tirar o maior proveito possível de cada componente. Além disso, a Sony pode mudar as especificações – considerando-as reais – até o lançamento, deixando o futuro PlayStation 4 muito mais potente. No final das contas, ainda teremos de esperar até o anúncio da companhia.

Fulow gente e até mais

~GÛΠ -¹0

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Xbox Live terá final de semana grátis para todos

Oi gente a Microsoft pretende liberar os serviços pagos da Xbox Live temporariamente para todos os seus usuários. Entre os dias 19 a 23 de abril, todos os membros Silver poderão experimentar os diversos serviços disponíveis, como o Netflix, o YouTube, entre outros.
Xbox Live (Foto: Divulgação) 
Xbox Live (Foto: Divulgação)
Durante o mesmo período, alguns serviços como o Hulu Plus2, Netflix3 e EPIX4 também darão acesso gratuito a novos usuários, mas nem todos estão voltados ao público brasileiro. A lista completa de aplicativos poderá ser vista a seguir, variando conforme a disponibilidade do serviço na região.
Por fim, para se jogar online ainda será necessário ter a assinatura Gold. A promoção valerá apenas para os demais serviços da rede da Microsoft.
Serviços gratuitos durante o período da promoção:
• CinemaNow
• Crackle
• Dailymotion
• EPIX4
• ESPN
• HBO GO
• Hulu Plus2
• iHeartRadio
• Last.fm
• MSN
• Netflix3
• Syfy
• TMZ
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Guilherme 

Falou e até mais

terça-feira, 20 de março de 2012

Sonic será o primeiro jogo a sincronizar continuidade do jogo entre Xbox 360 e Windows Phone

Em entrevista para a The Official Xbox Magazine, Ken Balough, o digital grand manager de Sonic the Hedgehog 4: Episode 2, revelou que o jogo trará uma grande inovação. Ele será o primeiro do mercado a sincronizar a continuidade do mobile Windows Phone para o Xbox 360 e vice-versa.
Sonic 4 Episode II chama a atenção por reunir outros personagens famosos da franquia (Imagem: Divulgação)Sonic 4 Episode II chama a atenção por reunir outros personagens famosos da franquia (Foto: Divulgação)
“Uma das coisas legais sobre o jogo é que o Windows Phone e o Xbox 360 serão capazes de trabalhar em colaboração de uma forma completamente nova. Então quando você pegar o Windows Phone, você poderá jogar Sonic Episode II, salvar, desligar, e depois ligar o seu XBox 360 e continuar de onde você parou”, explicou Balough para a revista.
Sonic the Hedgehog 4: Episode 2 tem previsão de lançamento para 30 de maio no Xbox 360, PlayStation 3, Android, PC e Windows Phone sendo que a versão de plataforma e PC possibilitará o modo cooperativo entre até dois jogadores. O mesmo feature não foi confirmado no  
mobile.

 
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 Novas tirinhas na pagina 'Humor'

By Guilherme

sábado, 10 de março de 2012

Killzone 4 pode ser lançado ainda no PlayStation 3

A produtora Guerrilla Games deu a entender que um possível Killzone 4 pode ser lançado ainda no Playstation 3, e não na próxima geração, como muitos previam. Quem revela a informação é o próprio diretor de arte do estúdio.
Killzone 3 (Foto: Divulgação)Killzone 3 (Foto: Divulgação)
Durante sua conferência na Games Developers Conference 2012 (GDC), evento realizado em São Francisco, Califórnia (EUA), o Diretor do arte Jan-Bart van Beek falou sobre o futuro próximo do estúdio. Segundo Jan-Bart, atualmente existem três jogos em produção dentro do Guerrilla Games. Mas quais serão eles?

O primeiro é um título totalmente inédito, de uma série inédita, com personagens nunca antes vistos, ou seja, um total mistério. O segundo é a versão de Killzone que vai ser lançada para o PlayStation Vita, enquanto o terceiro “é a continuação de uma série no PS3”.
Levando em conta que o estúdio foi o responsável por todos os jogos anteriores da saga Killzone, o mais provável é que esta “continuação” seja realmente Killzone 4. Mas ela poderia ser também uma continuação de um jogo de outro estúdio e o diretor de arte não quis entrar em detalhes.
Por ora, Killzone 3, lançado no ano passado, é o último título da série lançado no PlayStation 

3. O game conta, inclusive, com dublagem em português, suporte ao PlayStation Move e visualização 3D.

Falou gente e até a prxima

Guilherme



terça-feira, 6 de março de 2012

Três dicas para saber se o PSVita é seu portátil ideal

No ano passado, semanas antes do lançamento oficial do Nintendo 3DS no ocidente, eu escrevi uma coluna semelhante a esta que segue agora.
PSVita 
PSVita
Você quer comprar um PSVita? Tenho certeza que sim. O novo portátil da Sony tem tudo para ser, parafraseando um artigo do IGN, o Concorde dos portáteis. Isso porque o aparelho reúne tudo de melhor que seu predecessor teve, além da expertise da Sony em garantir excelentes jogos para todos os gostos e, principalmente, contar com uma série de novidades de hardware seguindo a tendência das atuais tecnologias.
Isso mesmo amigo, o PSVita, por mais cético que alguém possa ser, é um portátil que veio para ficar. Agora, será que vale mesmo a pena adquirir o aparelho?
Para responder essa dúvida, proponho três reflexões abaixo:
1) O quão fã de jogos portáteis você é?
O PSVita, mais do que qualquer outro console portátil, se propõe a ser a mais robusta e moderna plataforma para games de bolso. Mas isso não quer dizer que ele deixa de concorrer com plataformas focadas em games menos hardcore, como os celulares, smartphones, tablets e, obviamente, o Nintendo 3DS.
Muitos games que serão lançados para o PSVita terão o foco primariamente de apresentar uma experiência moderna seguindo o preceito da casualidade e do não-compromisso. Em outras palavras, não espere tão cedo jogar games com duração maior que 10 horas, por exemplo. Haverão exceções, como Ninja Gaiden Sigma Plus, remake que acaba de ser lançado com o aparelho e que garante quase o dobro desse tempo em diversão.
LittleBigPlanet no PSVita 
LittleBigPlanet no PSVita
Mas acredite, a grande maioria da biblioteca de jogos do PSVita será formada por jogos que garantirão um replay quase infinito, mas com uma duração deveras limitada. Porque jogo de bolso, via de regra, precisa ser ágil, prático e relativamente simples.
Lembre do exemplo o próprio PSP da Sony. Games como God of War: Chain of Olympus, por mais divertido e polidos que foi, acabou sendo criticado por muita gente pela curtíssima história principal. Porém, em se tratando de um game portátil, eu diria que ele cumpriu muito bem o que prometeu. Ao mesmo tempo, jogos como Patapon trouxe a simplicidade singular atrelada a mais pura diversão que só um game portátil consegue oferecer.
No PSVita, games já lançados como Escape Plan e Little Deviants são os primeiros de uma avalanche de jogos que muita gente gosta de chamar de casual, mas que prefiro chamar de “para diversão sem compromisso”. Ou seja, tenha certeza que pelo poder de hardware (e pela excelente forma como a Sony negocia com as third parties) virão muitos games idênticos a suas contrapartes no PS3 (como Ultimate: Marvel vs Capcom 3 e Uncharted), mas principalmente jogos para todos os tipos de jogadores (como Rayman Origins).
Rayman Origins (Foto: Divulgação)Rayman Origins (Foto: Divulgação)
2) Você se preocupa em estar atualizado com as novas tecnologias?
Só por estar lendo esta coluna no TechTudo eu já presumo que sua resposta seja sim. Em todo caso vale lembrar que se você busca se atualizar nas principais tecnologias do mercado, o PSVita é um prato cheio.
O novo portátil da Sony de fato é uma versão atualizada de seu predecessor (vamos esquecer o PSP Go, por favor), o que inclui: uma tela maior, botões anatomicamente mais confortáveis, maior duração de bateria e, principalmente, um segundo direcional analógico (perfeito para jogos de ação como Metal Gear Solid ou o próprio Uncharted: Golden Abyss que já foi lançado). Só por estes detalhes o portátil já faz muito mais que o antigo PSP. Porém a Sony fez mais bonito ainda.
Uncharted: Golden Abyss (Foto: Divulgação) (Foto: Uncharted: Golden Abyss (Foto: Divulgação))Uncharted: Golden Abyss (Foto: Divulgação) (Foto: Uncharted: Golden Abyss (Foto: Divulgação))
A nova tela do PSVita, muito mais do que maior e com uma iluminação melhor, é feita de OLED, uma das mais modernas tecnologia de telas da atualidade, pois possui iluminação própria, o que deixa a qualidade da imagem muito superior as telas LCDs do iPad, iPhone e, obviamente do Nintendo 3DS. Isso sem falar que ela também é uma tela multi-toque, o que aumenta ainda mais as possibilidades em games, permitindo inclusive que jogos lançados para seus concorrentes sejam portados com a mesma perfeição.
Por falar em tela de toque, o PSVita também possui uma tela traseira multi-toque capacitiva que, assim como a tela frontal, adiciona ainda mais opções de controle nos games – em ModNation Racers Roadtrip, por exemplo, você desenha as pistas que deseja criar para o jogo deslizando os dedos na tela traseira.
A promessa é um jogo de luta acessível para todos os públicos (Foto: Eurogamer) (Foto: A promessa é um jogo de luta acessível para todos os públicos (Foto: Eurogamer)) 
Reality Fighters (Foto: Eurogamer))
O PSVita também conta com duas câmeras (frontal e traseira) de resolução máxima VGA, excelentes para tirar fotos e filmar, mas ainda mais úteis para games que utilizam a badalada tecnologia da realidade aumentada – no game Reality Fighters, por exemplo, você tira uma foto sua para transformar-se em um personagem de um game de luta que acontece no ambiente no qual sua câmera estiver apontando.
Para fechar os destaques de hardware, o portátil também possui sensores de acelerômetro, giroscópio e GPS, úteis para games que utilizam o espaço e movimento do jogador, mas também para recursos como o Mapas do Google ou o Near, que indica a sua localização para seus amigos.
Se seu negócio com tecnologia é mais multimídia, saiba que o PSVita é um belo reprodutor de músicas e filmes, mas também é perfeito para acessar a internet e redes sociais como Twitter, Facebook e Flickr. Tudo isso, sem falar da própria rede online da Sony, com direito a utilização da sua conta do PS3 para sincronizar troféus, baixar games e demonstrações de jogos.
PSVitaPSVita

3) Por fim, e mais importante, você aproveitou todos os clássicos de PSP antes?
Essa é a principal pergunta que eu lhe faço. No mundo games, jogo antigo é jogo esquecido. No caso do PSP, o portátil não fez uma campanha de vendas das mais memoráveis, mas foi um aparelho que deu vida a muitos games imperdíveis. No mês passado inclusive eu escrevi nesta coluna um especial sobre os melhores games do primeiro portátil da Sony que você pode ler clicando aqui.
Se você não jogou nenhum destes games, vá por mim. Aproveite-os antes de pensar em um PSVita. Esta será a chance perfeita de você conhecer games que provavelmente não jogará quando estiver com o novo portátil, além de ser a melhor forma de esperar que novos games sejam anunciados e, principalmente, o preço do aparelho no Brasil sofra uma primeira queda.
Feita estas três reflexões, tenho certeza que você saberá se está pronto para o PSVita, ou melhor, se o PSVita é um portátil que atende aos seus requisitos gamer.
Sou suspeito para falar o quanto estou satisfeito com o novo portátil da Sony pois, a cada dia que passa, me sinto um gamer cada vez mais adepto aos aparelhos portáteis. Apesar de ter um 3DS, um iPhone e um iPad, aposto no PSVita como uma experiência em games completamente diferente das demais plataformas – afinal, cada uma se propõe para um fim bem específico, ainda que todas não deixem de ser os novos portáteis do mercado.
PSVita na E3 2011PSVita na E3 2011

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Referencias

http://www.techtudo.com.br

Tradutor

Pessoas online

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